Msatdt

#8750de 56,336
33.5CVSS total
Vulnerabilidades · 4
Média
1
Alta
1
Crítica
2
PT-2026-34331
8.8
2026-04-08
Unknown · Packagekit · CVE-2026-41651
**Nome do Software Vulnerável e Versões Afetadas** PackageKit versões 1.0.2 through 1.3.4 **Description** O PackageKit é uma camada de abstração D-Bus usada para gerenciar pacotes em diferentes distribuições e arquiteturas. Existe uma condição de corrida de tempo de verificação e tempo de uso (TOCTOU) no tratamento de sinalizadores de transação, que permite que um usuário local sem privilégios instale pacotes RPM arbitrários como root sem autenticação, levando à escalação de privilégios locais. Este problema, apelidado de Pack2TheRoot, pode ser acionado através do comando `pkcon install`. A falha envolve três bugs em `src/pk-transaction.c`: 1. A função `InstallFiles()` sobrescreve incondicionalmente `transaction->cached transaction flags` com sinalizadores fornecidos pelo chamador, mesmo que a transação já esteja em execução. 2. A função `pk transaction set state()` rejeita silenciosamente transições de estado regressivas (como de `RUNNING` para `WAITING FOR AUTH`), permitindo que a transação prossiga com sinalizadores corrompidos. 3. O callback ocioso do agendador lê `transaction->cached transaction flags` no momento do despacho, e não no momento da autorização, fazendo com que o backend execute os sinalizadores do invasor. A exploração pode causar uma falha de asserção no daemon PackageKit, resultando em um travamento visível nos logs do sistema. **Recommendations** Atualize o PackageKit para a versão 1.3.5. Como mitigação temporária, restrinja o uso do comando `pkcon install` para usuários sem privilégios.
PT-2024-36564
6.5
2024-12-18
Kanboard · Kanboard · CVE-2024-55603
**Nome do software vulnerável e versões afetadas** Versões do Kanboard anteriores à 1.2.43 **Descrição** O Kanboard é um software de gerenciamento de projetos baseado na metodologia Kanban. Nas versões afetadas, as sessões continuam acessíveis mesmo após o término de sua validade. O Kanboard implementa um manipulador de sessão personalizado (`app/Core/Session/SessionHandler.php`) para armazenar os dados da sessão em um banco de dados. Quando um `session id` é fornecido, o Kanboard consulta os dados da tabela SQL `sessions`. No entanto, ele não verifica corretamente se um determinado `session id` já excedeu seu tempo de vida (`expires at`). Assim, uma sessão cujo tempo de vida já seja `> time()` ainda é consultada no banco de dados e, portanto, considerada um login válido. A função `SessionHandlerInterface::gc` implementada, que remove sessões inválidas, é chamada apenas com uma certa probabilidade, com base nas configurações `session.gc divisor`, `session.gc probability` e `session.gc maxlifetime`. Na imagem oficial do Kanboard para Docker, esses valores padrão são: `session.gc probability=1`, `session.gc divisor=1000`. Assim, uma sessão expirada é encerrada apenas com uma probabilidade de 1/1000. **Recomendações** Para resolver o problema, atualize para a versão 1.2.43 ou posterior. Como solução temporária, considere ajustar as configurações `session.gc probability` e `session.gc divisor` para aumentar a probabilidade de encerramento das sessões expiradas. Restrinja o acesso ao módulo `app/Core/Session/SessionHandler.php` para minimizar o risco de exploração. A
PT-2024-8971
9.1
2024-11-11
Kanboard · Kanboard · CVE-2024-51748
Nome do software vulnerável e versões afetadas: Versões do Kanboard anteriores à 1.2.42 Descrição: A vulnerabilidade diz respeito ao software de gerenciamento de projetos Kanboard, que se baseia na metodologia Kanban. Um administrador autenticado do Kanboard pode executar código PHP arbitrário no servidor devido a uma vulnerabilidade de traversal de caminho. Isso pode ser feito através do upload de um arquivo sqlite.db modificado, o que permite que um invasor controle o caminho do arquivo carregado pelo aplicativo. O invasor deve ser capaz de colocar um arquivo chamado `translations.php` no sistema, potencialmente por meio de um servidor FTP anônimo ou outro aplicativo que permita o upload de arquivos. Uma vez que o arquivo esteja no local, o invasor pode criar um arquivo de configurações sqlite.db que utilize o traversal de caminho para apontar para o diretório onde o arquivo `translations.php` está armazenado, obtendo, por fim, a execução de código após importar o arquivo sqlite.db criado. Recomendações: Para versões anteriores à 1.2.42, atualize para a versão 1.2.42 para mitigar o risco de exploração. Como solução temporária, considere restringir o acesso ao arquivo `translations.php` e desativar quaisquer recursos que permitam o upload de arquivos para o sistema até que a atualização seja aplicada. Evite usar a configuração `application language` na tabela `settings` para carregar idiomas da interface do usuário de fontes não confiáveis.